sábado, 17 de janeiro de 2009


" As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas para mim, está
muito claro que o dia se funde através de uma multidão de matizes e entonações, a
cada momento que passa. Uma só hora pode consistir em milhares de cores diferentes.
Amarelos céreos, azuis borrifados de nuvens. Escuridões enevoadas. No meu ramo de atividade,faço questão de notá-los."
Iniciando A menina que roubava livros, me deparei com este trecho! Singelo, ao mesmo tempo
complexo. Amante de bons escritos, como sou, não podia deixar de compartilhar.
Estarei em Ilhéus até terça-feira, enfrentando mais uma empreitada. Mais um vestibular. Sinto-me confiante. Um ano de estudos me preparou bastante. Espero superar as minhas expectativas.

Sorte, e acima de tudo, fé em Deus!

Beijos para os amigos e ótima sorte para quem vai pleitear o processo ;)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009


O voô do Pássaro Branco
Por: Achiles Neto

Um dia, um pássaro branco de asas doces
perguntou a mim, indagação serena
Porque eu vivia à favor dos ventos,
idolatrando um outro Carpe Diem.
Sem repor às explicações,
surge de longe um ébano brilhante,
De sorriso claro e ofegante
implicando na rotina que levei
com uma pele de cetim.
Fiquei na amargura da insensatez
Não compreendendo Carpe Diem,
pra quê tanta fluidez.
O ébano trazendo lições de outra vida
concluindo a minha, desenhada Querubim.
Em meio a tanta euforia
o pássaro branco disse a mim,
que o ébano era a semente de outrem
jogada na vida dos que seguem Carpe Diem.
Naquela pele brilhante de cetim,
Admirei o clamor da sinceridade
e agradeci ao pássaro branco, louco ao ver meu.
Sei que ao voar tão distante,
ele nem imagina o favor de rubi.
Mas quando ele jogou a semente na vida
Nasceu o ébano como única vertente
De um amor louco entre a gente.
Como o Carpe Diem me fez nascente
Admirando tua negra luz de sol poente.

Sem dúvidas, ele dá cor aos meus sonhos, alegra o meu dia, completa a minha vida! Amo você
e obrigada pelo poema, ele merece estar aqui.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

O Balanço do Vento



"Não sei por onde começar, se falo das nuvens, das pessoas, do lugar. Seja o Balanço do Vento, o contorno das horas, o perdido momento. Me sinto dentro da felicidade que sempre desejei. Não que esteja conformada, mas me sinto feliz por compreender o tempo, por acatar a esperança e me consolidar no mérito. Por plantar a bondade sem pressa, por curitr o inverno sem pensar na primavera. Não lamento o passado, não questiono o futuro, apenas pinto o hoje com as cores que tenho. E em meus traços firmes faço meu auto-retrato sem vangloriar o belo ou condenar o feio. Sou eu inteira, vivendo os dias na companhia de minha fé."


Não sou poeta, nem escritora, mas aprecio a boa leitura e recomendo! Este blog é em homenagem a uma pessoa que me ajudou a ser menos egoísta com os meus escritos, pessoa essa que gostou de ler tudo o que vem de mim e não perde a oportunidade de me elogiar. Não sabia que era tão boa nisso, e se fiquei, devo isso aos seus elogios inigualáveis e a sua força de vontade pra escrever cada vez melhor (e conseguiu, viu?). Essa pessoa vai embora daqui a uns dias. Sem dúvidas, me fará muita falta, mas hoje estou aqui pra dizer que você não vai sentir falta dos meus textos porque sempre vai ter um aqui pra você lembrar como se eu estivesse lendo pra ti! Falei que ia fazer o blog, e fiz! E ai de você se não vier comentar sempre que eu postar, viu? Du, obrigada por ser a minha pessoa. Meu 2008 não seria o mesmo sem ti. Obrigada por ser o meu escudo, o meu tesouro, a minha dose certa de felicidade! Felicidade que sempre quero ter. Sorriso que nunca irei esquecer. Amo-te muito!